terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Curiosidades sobre overclock - Os 07 Maiores Mitos



Para os menos familiarizados com o termo, overclock é a arte de ajustar um ou mais componentes do computador, como o processador por exemplo, a fim de fazê-lo rodar em uma especificação maior do que o avaliado pelo seu fabricante.
Agora você me diz: Como isso é possível? Cada peça de um computador produzido por empresas como a Intel e a AMD são testados e aprovados para uma determinada velocidade. No entanto, a maior parte delas são depreciadas para uma margem maior de confiança. Aqui é onde entra em jogo o overclock.
Overclock é simplesmente aproveitando o grande potencial que existe para uma determinada peça, mas que o fabricante não está disposto a dar garantia com ela trabalhando nessas especificações ou como acontece em muitos casos, pegam o mesmo produto e lançam com vários clocks diferentes para atender uma parcela maior do mercado ou vários públicos alvo.
Ao longo dos anos, ouvimos de tudo. Segundo alguns, o overclock poderia muito bem ser o fator mais importante por trás do aquecimento global. Outros alegaram que overclockar um computador não só vai diminuir a vida útil do seu processador, mas também de seu dono ... Brincadeira à parte, que recebemos rotineiramente todos os tipos de perguntas de nossos usuários sobre overclock. Através disso, identificamos alguns erros chave que as pessoas têm quando o assunto é overclock. Nós pensamos que seria interessante compilar uma lista dos maiores erros e tentar desmistifica-los.
Sem mais delongas, apresentamos a vocês o nosso top 7 mitos sobre overclock:

1- Overclock é aumentar a velocidade do processador

Muitos recém-chegados ao overclock fazem o erro de se concentrar demasiadamente no seu processador e esquecer que o overclock é uma equação que contém múltiplas variáveis. Colocar um sistema de refrigeração adequada no local, ajustando a alimentação fornecida para os componentes, o acompanhamento dos seus resultados com as ferramentas certas e fazer as pesquisas necessárias são passos críticos no caminho para o sucesso e overclock seguro. É também muito importante verificar se outros elementos-chave do computador são capazes de lidar com as novas especificações que o sistema irá trabalhar. Por exemplo, se você está pensando em fazer um overclock na velocidade do barramento e mantendo a memória sincronizada , certifique-se que você está usando uma memória que consiga trabalhar em tal velocidade. Se você é um gamer, você também pode querer olhar para o overclock da GPU para obter máximo desempenho.


2- Overclock é perigoso e vai fazer seu computador explodir



A aceleração da freqüência de operação de um componente de hardware vai aumentar a produção térmica de uma forma linear, enquanto a tensão fará com que o calor gerado aumente como um foguete. Se mal administrado, estes aumentos de temperatura podem causar danos físicos permanentes aos componentes ou até mesmo a "morte por calor". Dito isto, seu computador, em geral mostram sinais de mau funcionamento, tais como falhas ou travamentos, muito antes que algo dramático aconteça o que lhe dá a chance de fazer os ajustes necessários.
Normalmente os Componentes também são equipados com sensores térmicos que irão acionar um mecanismo regulador de pressão ou até mesmo um desligamento completo quando o nível de calor for muito alto. Adicione a isso o fato de que você é um overclocker responsável e que vai fornecer resfriamento suficiente ao seu sistema, e você pode continuar com seu negócio de overclock sem medo de explosões.

3- O superaquecimento é o único efeito colateral de overclock


Superaquecimento recebe a maior parte da atenção no que diz respeito aos efeitos colaterais de overclock. No entanto, incorreção funcional é muito mais prevalente e muitas vezes esquecido efeito colateral de overclock. Como um componente overclockado opera fora das condições de operação do fabricante recomenda, o overclock pode criar erros imprevisíveis que podem levar à instabilidade do sistema e perda de dados. Embora seja quase impossível para uma pessoa comum testar exaustivamente a funcionalidade de um componente, "testes de estresse", alguns softwares podem ser uteis como por exemplo: Everest e o Prime95. Esses softwares ajudam na detecção de possíveis erros e instabilidades do sistema.

Sistema de refreigeração otimizado

4- Não existe uma receita universal para overclock

Verdade seja dita, overclock é tentativa e erro, e pronto. A razão para isso é simples - todos os componentes de hardware são diferentes. Cada componente tem seus limites originais e se comportam de maneiras diversas, dependendo de sua configuração e do ambiente em que atua. Mesmo dois processadores originários do mesmo processo de fabricação, com exatamente as mesmas especificações no papel, pode trazer resultados conflitantes na prática. Por exemplo, um pode ser estável a uma taxa de clock mais altas do que os outros com a mesma tensão. Isso significa que você deve sempre ser cauteloso ao ler sobre overclock e recomendações para seu hardware ou quando se comparam com resultados de outras pessoas. Nada bate exatamente em duas situações diferentes.

5- Overclock permitirá que você se aposente mais rico

Um benefício conhecido de overclock é que você pode comprar um componente de desempenho inferior, mais barato e através do overclock atingir o desempenho superior de um componente mais caro. No entanto, as pessoas muitas vezes esquecem que overclock incorre em custos novos que podem ou não compensar esse dinheiro economizado. Por exemplo, você pode precisar comprar um cooler de alta performance ou adquirir um sistema de refrigeração líquida, a fim de melhor lidar com o calor gerado pelo seu componente overclockado. Também deve ser dito que overclock resulta em maior consumo de energia, que por sua vez pode aumentar a sua conta de energia. No fim das contas, você deve considerar overclock mais como um hobby do que um investimento.

6- Os fabricantes proíbem a pratica de overclok

Na verdade, não há absolutamente nenhuma lei contra overclock. Na verdade, o overclock é por vezes oferecido como um serviço legítimo ou recurso para os consumidores, fabricantes e varejistas. Vários fabricantes oferecem mesmo com overclock de fábrica versões de seus componentes de hardware, com garantia incluída, que pode ser uma solução atraente para os entusiastas buscando um melhor desempenho, que ainda inclui proteções de garantia. Entretanto, deve-se dizer que esta não é uma prática universal. Muitos fabricantes anula sua garantia se detectar defeitos causados por overclock. Mesmo que a constatação disso seja muito difícil, nós recomendamos que você leia a política de garantia do fabricante antes de qualquer tentativa de overclock. Apenas no caso.

7- Apenas especialistas em computadores devem se interessar por overclock

Muitas pessoas ao entrar em contato com o termo overclock pela primeira vez, se sentem meio perdidas. Se for esse o seu caso, lembre-se que cada especialista foi um novato em algum dia. Apenas vá com calma, faça sua pesquisa, se familiarize com as ferramentas e envolva-se em comunidades sobre o assunto tais como www.overclockers.com, overclockmt.blogspot.com e www.extremeoverclocking.com - o resto se seguirá. Isso sem mencionar que você deve ir devagar! É altamente recomendável que você se aproxima do overclock com passos de bebê. Tente mudar a sua velocidade de barramento em 5% a 10% e observe como vão as coisas. Se isto funcionar, tente um pouco mais alto. Se não, dê um passo para trás. Faça o que fizer, certifique-se de se divertir! Overclock pode ser um hobby envolvente e altamente recompensador, que permitirá que você ganhe o valioso conhecimento sobre o sistema e os computadores em geral.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Overclock AMD Athlon II X4 630 @ 3,8 gHz

Testamos recentemente o Processador Athlon II X4 630, os resultados foram interresantes, conseguimos performance de X4 por preço de Core 2 Duo.
Para o teste foi utilizado o seguinte sistema:
  • Cooler Zalman 9700NT
  • Processador AMD Athlon II X4 630 2.8 GHz @ 3.8GHz
  • Placa mãe Asus M4a785td-v Evo
  • Memória OCZ 1333 2X2GB
  • HD Seagate Baracuda 1 Tb
  • Fonte Seventeam 450W
  • Vga 9800GTX+ 512mb 738mHz/1100mHz @ 840mHz/1200mHz

Softwares Utilizado:
  • Windows 7 Ultimate x64
  • 3DMark06
  • PCMark05
  • Everst
  • CPU -Z
  • Super PI
Confira os resultados no teste abaixo.



Conseguimos um overclock de 3.8gHz, 100% estável com air cooler, podendo ser usado perfeitamente no dia a dia em jogos, redernização de video etc.
No quesito overclock ainda poderiamos extrair um pouco mais deste processador dando uma melhor afinada nas regulagens da bios, já que apenas subimos o clock base e o Vcore .
Destacamos também sua excelente eficiência témica e energética, com um TDP de apenas 95W, ele disperdiça pouca energia em forma calor, fazendo com que nosso NT 9700 consiga resfriá-lo com folga.


Por não se tratar de um processador Black Edition e não ter o multiplicador desbloqueado, conseguimos melhor estabilidade com melhor performance, diminuindo o clock das memórias e configurando um timing mais agressivo 6-6-6-16 @ 1083mHz.



Os resultados de latência formam muito boas, o que proporcionam muita agilidade na hora de trabalhar com aplicativos e com o próprio Sistema Operacional.



Os resultados no Super Pi foram sofríveis, como abordado no tópico anterior Overclock Athlon II X2 250 , o problema é falta de instruções adequadas.



No PCMark05 o Atholn II X4 começa a mostrar suas garras, imprimindo uma performance bem superior ao Core 2 Duo E7500 testado anteriormente mesmo com um overclock mais baixo.



No quesito games nenhuma surpresa, excelente performance, cravou 16557 pts no 3DMark06 com 5267 pts no teste de Cpu, comfirmando a aptidão dos processadores AMD para games.


Conclusão


Quando comparamos um Core 2 Duo com um Athlon II X4 da AMD, muitas pessoas acham ruim,
pois estamos comparando um processador de 2 núcleos com um processador de 4 núcleos.
No quesito performance é inquestionável a superioridade dos processadores da Intel em aplicativos monotarefas, mas quando começamos à consideramos aplicativos multitarefas e o custo da plataforma, o cenário muda, pois conseguimos adquirir uma plataforma X4 da AMD pelo custo de uma X2 da Intel.
Preços do Mercado Livre:

Resumindo, com a mesma quantia de dinheiro é possivel adquirir um processador AMD de maior performace do que um processador da Intel.

Pelos fatores acima mencionados esse processador é recomendado pelo OverclockMT.



quarta-feira, 11 de agosto de 2010

GTX 480 Curiosidade


O site Gueeks3D fez um teste com a nova fonte Corsair AX1200.
Até ai tudo bem, o interessante foi os produtos utilizados para o teste, duas GTX480 em sli, consumindo um total de 820 W, onde a GPU atingiu 100°C com o fan em automatico a 92%. Podemos deduzir então que o cooler atingirá sua velocidade máxima quando a GPU atingir por volta dos 110°C.
Imaginem esse sistema montado numa sala ou quarto sem ar condicionado...
tortura menino!!


Fonte: GueekS3d

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Overclock Core 2 Duo E7500 @ 4.0gHz

Uma semana após testarmos o AMD Athlon II X2 250, estamos testando agora o Intel Core @ Duo E7500.
Como é de prache do blog estamos realizando esse overclock utilizando Air Cooler visando demostrar aptidão dessse processadores por clocks elevados.

Sistema Utilizado:
  • Processador Intel Core 2 Duo E 7500 2.9 gHz @ 4.0 gHz.
  • Placa Mãe Asus P5E Deluxe
  • Memória DDR2 Dominator 1066mHz @ 1122mHz
  • Cooler Zalman 9700NT
  • HD Seagate Baracuda 1Tb
  • Fonte Seventeam 450W
  • VGA Geforce 9800gtx+ 738mHz/1100mHz @ 840mHz/1200mHz
  • Pasta Térmica (Processador + Placa de Video ) Artic MX2

Softwares Utilizados:
  • Sistema Operacinal Microsoft Windows 7 Ultimate X64
  • 3DMark06
  • PCMark05
  • Everst
  • CPU -Z
  • Super PI

Confira os resultados :


O CPUZ confirma a excelente performance do Core 2 Duo da Intel, cravando 4.0gHz sem nenhum esforço e praticamente com a voltagem padrão do processador.
As memorias são Dominator DDR2 1066 trabalhando com um pouco de overclock @ 1122mHz, com suas latencias aumentadas.


Já com o Everes Benchmark verificamos a maior latencia das memórias e do cahe L1 e L2 , não somente pela questão das memórias DDR2 utilizadas, mas sim devido essa plataforma utilizar controlador de memória externo ao processador. Fator esse que compromete a agilidade dessa plataforma quando abrimos e fehamos programas utilizanado o Sistema Operacinal.


Na questão das instruções a intel continua impecavel.
Com as instruções corretas seu processador cravou 1M no superPi com apenas 13,260 s, o que configura uma otima performance.


Assim ocorre o mesmo no PCMark com 10155 pts e no 3DMark06 com 15957pts.
Ambas pontuações muito boas para processadores de dois núcleos.


Destaque especial para a pontuação de CPU no 3DMark06 3603pts.


Conclusão:

Não temos muito o que criticar esse processador, ele possue uma performance excelente em overclock, possue instruções poderosas para trabalhar com processamento bruto (winrar, ofice, super Pi etc).
Com relação aos pontos negativos, verificado os seguintes:
  • Alto custo por ser um processador dois núcleos, R$309,00 no Mercado Livre, principalmente quando comparados com processadores similares da AMD.
  • Controlador de memória externo, o que limita um pouco a performance do processador no que dizer respeito a latencia e tempo de resposta.
No entanto pela permormance apesentada, esse processador recebe o selo recomendado pelo overclock MT.

domingo, 18 de julho de 2010

Overclock Athlon II X2 250

A equipe OverclockMT teve a oportunidade de testar o recente processador Athlon II X2 250.
Este processador conta com dois nucleos operando a 3000mHz, un cahe L1 de 64 kb + 64kb e um cache L2 de 1mb, com um TDP de 65W fabricado em uma arquitetura de 45nmm.

Para o teste foi utilizado o seguinte sistema:
  • Cooler Zalman 9700NT
  • Processador AMD Athlon II X2 250 3.0 GHz @ 3.9GHz
  • Placa mãe Asus M4a785td-v Evo
  • Memória OCZ 1333 2X2GB
  • HD Seagate Baracuda 1 Tb
  • Fonte Seventeam 450W
  • Vga 9800GTX+ 512mb 738mHz/1100mHz @ 840mHz/1200mHz

Softwares Utilizado:
  • Windows 7 Ultimate x64
  • 3DMark06
  • PCMark05
  • Everst
  • CPU -Z
  • Super PI
Confira os resultados no teste abaixo.

Com o Cpu - Z podemos conferir alguns detalhes do overclock conseguido, como frequencia de operação de memoria, frequencia de operação de processador, de placa de video etc.
Em nosso caso o maximo clock estável para a utilização do 3DMark foi de 3.9 ghz para o processador com refrigeração a ar.
Analizando a foto acima indentificamos um clock relativamente baixo para as memorias ddr3, fato esse que ocorre pelo motivo do processador não possuir multiplicador destravado.
Dessa forma conseguimos um melhor ajuste de performace com um clock de memória mais baixo e um timing mais agressivo 6-6-6-16.

Com o Everest CPU ID temos mais uma confirmação do overclock obtido e na foto abaixo temos o Benchmark de memoria do Everest onde confirma a excelente performance AMD X2 250, 46.6 ns de latencia o que reafirma a ótima performance de processadores com controlador de memória integrado. Essa baixa latencia proporciona uma resposta muito rapida pra a abertura de programa, de pasta e de aplicativos em geral.


O teste propriamente dito começou com utilização do programa super pi que avalia a performace monocore do processador.
Como já sabemos no geral, processadores AMD levam desvantagem quando comparados com processadores intel nesse quesito, pois o super pi utiliza instruções proprias da intel para realizar esse calculo.
Estamos abordando esse assunto porque acreditamos que a AMD deveria desenvolver mais a questão das instruções, pois os processadores AMD melhoram muito e hoje se equiparam aos processadores intel mas com custos bem mais reduzidos, mas faltam set de instruções para alavancar seu desempenho.


No super pi temos um resultado bem modesto 20,581s na configuração de 1M.
Já no PCMarK05 temos um resultado bem mais expressivo com 9326 pts no PCMark Score.


Obtivemos um resultado muito satisfatório no 3DMark06 com quase 15000 pts, isso significa que esse sistema consegue rodar praticamente todos os jogos do mercado com uma qualidade grafica muto boa e com velocidades satisfatórias.

Conclusão:
O processador AMD Athlon II X2 250 apesentou uma boa performance nos testes realizdos, resultados esses que não se comparam aos processadores top de linha, mas quando obsevamos seu preço, apenas R$ 168,00 (Mercado Livre) ele se torna uma opção atraente aos Core 2 Duo e aos Pentium Dual Core que possue um preço bem mais elevado.
Esse processador apresenta-se como uma excelente opção para pessoas que buscam um sistema de baixo custo com otima velocidade e baixo consumo de energia.
Desta fora a equipe do OverclockMT recomenda esse processador a todos os nossos leitores.



quinta-feira, 13 de maio de 2010

CUDA - Solução para a rendernização de vídeo

Sistema

  • Processador: Core 2 duo E7500 2930mHz @ 3923mHz
  • Memória: 2x1GB Corsair Dominator DDR2 1066mHz @ 1101mHz
  • VGA: Geforce 9800GTX+ 740mHz driver vs. 197,45
  • OS: Windows 7 x64
  • Software com suporte ao NVidia Cuda Media Codec 0.7
Neste teste será utilizado o software Media Coder 0,7 open surce, para comparação de desempenho na redecodificação de video utilizando o CPUo x264 encoder, e a GPU com o Cuda encoder.

O filme recodificado é a amostra de video do windows 7 , Vida Selvagem.wmv com um tamanho de25 mb esse video será convertido para o formato MP4 com as configurações padrão de cada codec.

Media coder Configuração CPU x264 encoder:



CPU trabalhando x264 encoder:




Resultado obtido com o x264 encoder ficou em 44 segundos :



Configuração GPU Cuda encoder:



GPU trabalhando:



Resultado obtido com o Cuda encoder 18 segundos:


Comparando os dois resultados verificamos a esmagadora vantagem da GPU G92 de nossa 9800gtx+ com 128 Cuda cores (Stream processors) trabalhando a 740 mHz, sobre nosso core 2 duo E7500 trabalhando a 3923 mHz, para a recodificação de video.




Profissionais que trabalham com rendernização de vídeo devem levar em consideração a utilização dessa tecnologia no momento de montar seu sistema, às vezes torna-se mais vantajoso uma placa de video melhor com a tecnologia certa, do que um processado top à custos elevadíssimos.

Tendo em vista o resultado obtido com o Cuda encoder, cerca de 244,4% mais rapido que o x264 encoder que utiliza apenas o CPU na codificação, recomendamos a utilizção da tecnologia Cuda para o trato com video e músicas bem como a do software Media Coder por se tratar de uma ferramenta completa para a recodificação de video e áudio.



sábado, 27 de fevereiro de 2010

TDP & ACP: as diferenças entre Intel e AMD

By Mendez.FL

Published on 20:26 at AMD, Artigos, INTEL

TDP (Termal Design Power - Potência de Projeto) é uma medida de dissipação térmicas de chips. É usado tanto por Intel quanto AMD para estipular o quanto seus processadores irão dissipar em termos de energia elétrica.

Ocorre que Intel e AMD usam metodologias diferentes para estipular os valores que são informados ao público. No caso da AMD, especificamente, ela ainda tem uma medida adicional, chamada ACP (Average CPU Power - Potência Média Dissipada pela CPU).
Então, vamos ver se conseguimos esclarecer essas diferenças.

TDP da AMD
O TDP da AMD é um valor de projeto. Seria a máxima potência que esse processador iria consumir – e portanto dissipar na forma de calor. É calculado assim:

TDP = (Corrente Máxima [Ampères] que o processador pode suportar) x (Tensão [V] Máxima de Operação do Processador)

Tanto a Corrente Máxima com a Tensão Máxima são valores obtidos em projeto.

ACP da AMD e TDP da Intel

O ACP da AMD e o TDP da Intel são calculados de forma muito parecida. Basicamente eles submetem o processador a vários tipos de benchmarcks (como TPC-C, SPECcpu, SPECjbb, Stream). Em cada rodada de benchmarks eles medem a potência dissipada.

O TDP da Intel é a média aritmética das potências dissipadas em cada um dos benchmarks.

O ACP da AMD é a média geométrica das potências dissipadas em cada um dos benchmarks.

Como a potência é igual ao calor dissipado, então esse valor de TDP é usado por projetistas de coolers e heatsinks para dimensionar a carga máxima de calor que esses dispositivos terão que refrigerar.

No caso da Intel, esse valor de dissipação máxima é calculado como CPU Max Power.

Em termos de estimativa, o ACP da AMD é praticamente a mesma medida do TDP da Intel. Na realidade, o ACP da AMD será sempre um pouco menor em função de ser uma média geométrica e não uma média aritimética. Eles seriam iguais se todas as medições de potência de todos os benchs fossem iguais. Se as diferenças entre as medições de potências forem baixas o ACP da AMD fica muito próximo ao TDP da Intel.

E o TDP da AMD é basicamente a mesma medida do CPU Max Power da Intel.

Em termos relativos: o TDP da AMD e o CPU Max Power da Intel serão sempre maiores que o TDP da Intel e o ACP da AMD.

Dito de outra forma: você pode comparar o valor de ACP divulgado pela AMD com o valor de TDP divulgado pela Intel. E pode comparar o TDP da AMD com o CPU Max Power divulgado pela Intel. Ou, o que a Intel chama de TDP a AMD chama de ACP. E o que a Intel chama de CPU Max Power, a AMD chama de TDP.

Estimando TDP de processadores submetidos a Overclock

Um dos grandes problemas de quem pretende fazer overclock em suas CPU é estimar o quanto o processador estará consumindo de energia na sua nova condição de frequência. Sendo assim, elaborei uma fórmula que permite estimar o consumo do seu processador quando submetido a overclock.

Com base em um paper de uma dissertação de Doutorado em Engenharia Elétrica, a qual pode ser lida aqui: http://www.eng.umd.edu/~blj/papers/thesis-PhD-ankush--EmPower.pdf pode-se verificar que o TDP sobe linearmente com a frequencia e cresce na razão quadrática do VCore, conforme pode ser visto abaixo:

Com base nesses conceitos, podemos propor uma fórmula para calcular o TDP de processadores submetidos a overclock, e ela seria a seguinte:

TDPn = [ ( Vn/Vs) ^2 ] * [(Fn/Fs)] * TDPs

Onde:

TDPn = TDP na freqüência nGhz
Vn = VCore do Processador na freqüência nGhz
Vs = VCore do Processador na freqüência Stock
Fn = Frequencia nGhz (Frequencia de overclock)
Fs = Frequencia Stock
TDPs = TDP na freqüência stock
Como exemplo, vamos calcular qual seria o TDP de um Core i7 920 rodando a 3.66Ghz:
Vs = 1.176V (Vcore na condição Stock)
Vn (Vcore a 3.66Ghz) = 1.240
Fs = 2.66 (frequencia na condição stock)
Fn = 3.66 (frequencia em overclock)
TDP Stock = 130W
Calculando:
TDPn = [ (1.240/1176) ^2 ] * (3.66/2.66) * 130W
TDPn = 1,53 * 130W = 199W
Um Core i7 920, quando está rodando em uma frequencia de 3.66Ghz, apresenta um TDP de 200W.
Aqui um exemplo de vários cálculos de TDP para diversas frequencias de operação:


Conclusão:

Deve-se comparar o valor de ACP divulgado pela AMD com o valor de TDP divulgado pela Intel.
E comparar o TDP da AMD com o CPU Max Power divulgado pela Intel. Ou, o que a Intel chama de TDP a AMD chama de ACP. E o que a Intel chama de CPU Max Power, a AMD chama de TDP.
Por isso os processadores Intel podem aparentar consumir menos energia, mas isso não é necessariamete verdade.

Fonte: www.noticiastecnologicas.com.br

Memória e Timing - O Gia Completo

Memória

Todos os módulos de memória atuais, sem exceção, possuem o chip ESPD, que armazena as configurações indicadas pelo fabricante, incluindo a freqüência do módulo e os tempos de acesso. Apesar disso, muitas placas-mãe (possivelmente a maioria) oferecem um conjunto bastante completo de opções relacionadas à memória. Por padrão, as configurações são detectadas automaticamente, a partir do SPD, mas você pode alterá-las manualmente de forma a ganhar alguns pontos percentuais de desempenho.

É recomendável sempre executar o teste completo do memtest depois de alterar as opções relacionadas à memória, de forma a confirmar a estabilidade do micro. Ele é extremamente eficiente em detectar problemas transitórios, que aparecem apenas em determinadas circunstâncias. Ao fazer overclock da memória, ele pode indicar erros similares aos de um módulo com defeitos físicos (já que ele não tem com saber o que causou o erro, sabe apenas onde ele ocorreu), mas nesses casos basta voltar às configuração originais para que tudo se normalize. Vamos, então, às configurações:



Opções relacionadas à memória


Memclock Mode (Timing Mode): Por default, esta opção vem com o valor "SPD" ou "Auto", o que que faz com que o BIOS configure as opções relacionadas à memória utilizado os valores definidos pelo fabricante (gravados no chip SPD do módulo). Normalmente você precisa alterar a configuração para "Manual" para ter acesso às demais opções.

Memclock Value (Memclock Index Value, DRAM Speed ou DRAM Frequency): Esta opção permite ajustar a freqüência de operação dos módulos de memória. Lembre-se de que as memórias DDR realizam duas transferências por ciclo, as DDR2 realizam 4 e as DDR3 realizam 8. Em algumas placas é mostrado o valor "real" (geralmente de 100 a 233 MHz), enquanto outras mostram o valor "composto", que vai até 466 (DDR), 933 (DDR2) ou 1866 MHz (DDR3), o que no final dá na mesma. Assim como no caso dos processadores, os módulos de memória suportam sempre trabalhar a freqüências um pouco superiores às especificadas, o que permite obter pequenos ganhos de desempenho, em troca de menos estabilidade.

Ao contrário das placas antigas, onde a freqüência da memória era atrelada à do FSB, nas atuais você pode ajustar as duas coisas de forma independente. Na maioria, você pode especificar a freqüência da memória diretamente, enquanto em algumas você ajusta um multiplicador, que indica a freqüência da memória em relação ao FSB.

Outra opção ao fazer overclock da memória é manter (ou até mesmo reduzir) a freqüência de operação, mas em compensação reduzir os tempos de acesso. Como vimos anteriormente, nos PCs atuais, com memórias DDR2 ou DDR3, reduções nos tempos de acesso resultam geralmente em ganhos de desempenhos maiores que aumentos na freqüência.

Memory Voltage (ou DDR Voltage Control): Os módulos de memória DDR2 e DDR3 utilizam tensões de, respectivamente, 1.8V e 1.5V. Assim como no caso dos processadores, aumentar a tensão da memória faz com que o módulo seja capaz de suportar freqüências de operação ligeiramente maiores (ou tempos de acesso mais baixos). Muitos módulos DDR2 "premium" utilizam tensões de 1.9V, 2.0V ou mesmo 2.1V por padrão, justamente para permitir que o módulo suporte temporizações mais agressivas.

Você pode obter pequenos ganhos de desempenho (mesmo usando módulos genéricos) ao fazer o mesmo. O problema é que aumentando a tensão você aumenta também a dissipação de calor dos módulos, o que, sem um dissipador apropriado, pode acabar tendo um efeito contrário. De uma forma geral, aumentos de até 0.2V na tensão podem ser considerados seguros, mas aumentos maiores podem reduzir a vida útil do módulo.

CAS Latency (CL ou TCL): O CAS Latency é a principal configuração relacionada ao tempo de acesso da memória. Ele determina o número de ciclos necessários para iniciar um burst de leituras. Os antigos módulos SDRAM trabalhavam com CAS Latency de 2 ou 3 ciclos, enquanto os módulos DDR2 atuais trabalham quase sempre com 4 tempos ou mais. Isso não significa que os módulos estejam regredindo, muito pelo contrário. Os 4 ciclos do módulo DDR2 equivalem a um único ciclo de um módulo SDRAM (já que o controlador opera ao dobro da freqüência e realiza duas transferências por ciclo, fazendo com que cada ciclo demore apenas um quarto do tempo). Alguns módulos DDR2 de alta qualidade chegam a trabalhar com apenas dois tempos, mas eles são mais caros e relativamente raros.

O CAS Latency é informado nas especificações do módulo. Em alguns casos, é possível baixá-lo em um tempo (de 5 para 4, por exemplo), mantendo a estabilidade, mas isso não é uma regra.

TRCD, TRP e TRAS: Estas três opções permitem ajustar os demais tempos de acesso.

O valor do TRCD (RAS to CAS delay) indica o tempo que o controlador espera entre o envio dos endereços RAS e CAS a cada leitura. O controlador envia o sinal RAS, espera o tempo referente ao valor do TRCD, envia o sinal CAS, aguarda o número de ciclos referente a ele e, então, finalmente obtém a leitura.

Em um módulo DDR2 4-4-4-12, tanto o tCL quanto o tRCD demoram 4 ciclos, de forma que o acesso inicial demoraria um total de 8 ciclos. Em um módulo 5-5-5-15, o tempo subiria para 10 ciclos. O TRCD não é tão importante quanto o CAS Latency, pois é usado apenas ao alterar a linha ativa.

O TRP (Row Precharge Time) é mais um tempo de espera adicionado quando o controlador precisa mudar a linha ativa. Antes acessar uma linha de endereços, o controlador precisa carregá-la (precharge). O Row Precharge Time (tRP) indica justamente o tempo necessário para fazer o carregamento.

Para realizar uma leitura em um módulo 4-4-4-12, o controlador precisa esperar 4 ciclos para o TRP, 4 ciclos para o tRCD, 4 ciclos para o tCL, totalizando 12 ciclos. Ao fazer vários acessos consecutivos à mesma linha, são perdidos 12 ciclos no primeiro acesso, mas apenas os 4 referentes ao TCL nos acessos subsequentes. Sendo um pouco repetitivo, o tempo referente ao TCL é perdido em cada burst de 4 leituras, enquanto os outros dois são perdidos apenas ao mudar a linha ativa, daí darmos mais ênfase ao TCL do que aos outros.

O TRAS (RAS Activate to Charge) indica o tempo necessário para realizar a leitura completa, que corresponde geralmente à soma dos três. O TRAS é o último número que aparece nas especificações do módulo. Em um módulo 4-4-4-12, o "12" corresponde ao TRAS.

Usei o termo "geralmente" porque existem casos de módulos nos quais o TRAS não é a soma dos três. Muitos módulos suportam um recurso chamado "Additive Latency", que permite que o comando para iniciar o precharge do banco seguinte seja enviado antes que a leitura termine. Isso faz com que o tempo total da leitura seguinte seja reduzido em 1 ou até mesmo 2 ciclos. Este é o caso dos módulos 5-4-4-11 ou 4-4-4-11, por exemplo. Em alguns módulos de baixo custo, é necessário um ciclo adicional para fechar o banco, que aumenta o tRAS ao invés de diminui-lo. É o caso dos módulos 5-5-5-16 ou 6-6-6-19, por exemplo.

Uma coisa curiosa sobre o TRAS é que usar um valor mais baixo que o suportado pelo módulo acaba reduzindo o desempenho ao invés de aumentá-lo, pois ele faz com que a página seja fechada antes que o burst de leituras seja concluído. Com isso o controlador precisa realizar um número maior de leituras, reduzindo drasticamente a taxa de transferência. Não é exibida nenhuma mensagem de erro, nem surgem problemas de estabilidade: o micro simplesmente fica mais lento.

É importante rodar algum programa de benchmark (os testes do Everest ou do Sandra servem bem) depois de alterar as opções, de forma a detectar eventuais quedas no desempenho e também medir os ganhos em caso de sucesso.

TRC, TRRD, TRFC, TWR, TWTR, TRTW e TWCL: Muitas placas oferecem um conjunto mais completo de opções, abrangendo também as temporizações mais exotéricas. Em muitas delas você precisa ativar a opção "Extended Memory Settings" (ou similar) para ter acesso a elas. Todas estas opções são secundárias e não afetam tanto o desempenho quanto as anteriores. Elas são apenas uma "última fronteira" para quem é perfeccionista e quer extrair até a última gota de desempenho. O volume e a ordem das opções variam de acordo com a placa, por isso procurei organizar a explicação de forma que ela seja útil no maior número possível de placas diferentes:

O TRC (Row Cycle Time) é o tempo necessário para um ciclo completo de acesso a uma linha qualquer do módulo. Como de praxe, valores mais baixos resultam em um pequeno ganho no desempenho de acesso à memória, mas usar um valor muito baixo acaba resultando em corrupção dos dados ou perda de desempenho, já que o controlador não tem tempo de terminar a leitura.

O TRRD (Row to Row Delay) indica o número de ciclos necessários para ativar a linha seguinte, no caso de leituras que envolvam dados armazenados em linhas diferentes. Esta opção é, de certa forma, similar ao Row Precharge Time. A diferença entre os dois é que o Row Precharge Time indica o tempo necessário para carregar as células da linha seguinte, enquanto o TRRD é um tempo de espera adicional que o controlador aguarda depois que a linha já está carregada.

O TRFC (Row Refresh Cycle Time) indica a duração dos ciclos de refresh do módulo. Novamente, reduzir o valor resulta em um ganho muito pequeno de desempenho, pois o refresh é feito apenas algumas dezenas de vezes por segundo. Usar um refresh muito curto pode causar problemas de estabilidade, sobretudo com o módulo operando a altas freqüências, por isso, usar valores mais baixos acaba servindo mais para reduzir o percentual de overclock do que para melhorar o desempenho.

O TWR (Write Recovery Time) é uma "pausa" incluída durante cada operação em uma seqüência de operações de escrita. Como elas são mais raras que as operações de leitura, ele acaba tendo um efeito pequeno sobre o desempenho. Outra opção similar é o TWTR (Write to Read Delay), uma pausa feita quando o controlador termina as operações de escrita e precisa iniciar uma série de operações de leitura. Em alguns casos, aumentar o valor padrão do TWR e do TWTR em um tempo pode ajudar a estabilizar o módulo ao usar ajustes mais agressivos nas outras opções, mas não espere nenhum ganho perceptível de desempenho ao reduzir os valores. O TRTW (Read to Write Delay) é similar ao TWTR, mas se aplica em situações onde o controlador executou uma série de operações de leitura e precisa agora iniciar uma série de operações de escrita.

Finalmente, temos o TWCL (Write CAS Latency), que conclui nossa exaustiva explicação. Ele é o primo pobre do CAS Latency (TCL), que é aplicado às operações de escrita, em vez das de leitura. Embora menos importante que o TCL, ele tem um efeito maior sobre o desempenho do que as demais opções secundárias.

CPC (ou 1T/2T Memory Timing): O CPC (Command Per Clock) é um tempo de espera adicional aplicado quando o controlador de memória alterna entre endereços em diferentes chips do módulo. Ao ativar um chip, o controlador precisa esperar um ou dois ciclos para que ele seja ativado, para só então enviar os comandos de leitura.

Esta opção está presente apenas em algumas placas e pode ser ajustada com o valor "1T" e "2T". Módulos single-sided, ou seja, os módulos de mais baixa capacidade, onde os chips ocupam apenas um dos lados, podem geralmente trabalhar com apenas 1 tempo, enquanto os módulos com chips dos dois lados freqüentemente precisam de 2 tempos. Usar a opção 1T naturalmente resulta em um melhor desempenho, mas em muitos casos usar a opção 2T faz com que o módulo seja capaz de operar a freqüências mais altas, o que pode compensar a perda.

DRAM ECC Enable: Quando presente, esta opção indica se o micro tem módulos de memória com ECC. O ECC consiste em um bit adicional para cada byte de dados, que é usado para verificar e corrigir os dados armazenados. Os chips de memória com ECC possuem 9 ou 18 chips ao invés de 8 ou 16 e são usados quase que exclusivamente em servidores e estações de trabalho, onde o pequeno ganho de confiabilidade compensa o gasto adicional. Naturalmente, esta opção deve ser ativada apenas ao usar módulos com ECC.

Memory Hole Remapping, Memory Hoisting (ou DRAM Over 4G Remapping): Como vimos no capítulo sobre memórias, ao usar 4 GB de memória ou mais, um grande trecho de memória entre os 3 e 4 GB é perdido, devido às faixas de endereços usadas pelos dispositivos. Ao usar um sistema operacional de 32 bits, esta faixa de memória é perdida e não existe nada o que você possa fazer. O melhor é se contentar em usar apenas 3 GB.

Ao combinar um sistema operacional de 64 bits com um processador equipado com as extensões AMD64 ou EM64, você ganha a possibilidade de usar mais do que 4 GB de memória, mas a faixa entre os 3 e 4 GB continua sendo perdida, de forma a manter compatibilidade com os programas de 32 bits.

Estas opções, disponíveis na maioria das placas recentes, fazem com que a área de endereços reservada para uso dos dispositivos seja movida para uma área mais alta do Virtual Address Space, liberando a maior parte da memória perdida. As duas seguem princípios diferentes, mas o resultado prático é o mesmo. Você encontra uma ou outra, de acordo com a placa usada.

Uma observação é que esta opção só deve ser ativada ao usar um sistema operacional de 64 bits e ao usar 4 GB ou mais de memória. Ela pode causar problemas de compatibilidade diversos, sobretudo com jogos e aplicativos 3D, por isso verifique a estabilidade do micro ao ativá-la.

Fonte: www.gdhpress.com.br


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Limites de Temperatura para Processadores Intel

Esta proxima tabela informa a tjmax dos processedores intel de 65nm e 45nm.
Onde tjmax é a temperatura maxima que o processador pode trabalhar, após entra em atuação o sistema de proteção limitando o clock afim de reduzir a temperatura evitando danos.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Tutorial: Faça seu Adesivo Térmico.

Andei pesquisando muito sobre o assunto últimamente e encontrei um texto traduzido, com conteúdo super informatvo sobre o assunto. Espero ajudar bastante gente.

Antes de começar, gostaria de informar que o autor deste topico (neste caso sou eu) não se responsabiliza por quaisquer danos causados ao seu hardware ou qualquer parte dele.

Os materiais utilizados são:


  • Adesivo Epox (aqui no Brasil se encontra fácilmente Araldite, como bom exemplo), utilizando um de secagem rápida, além de ser mais fácil de remover, ele terá pouca aderência, sendo recomendado para coolers passivos para memórias, mosfets e etc, já os araldites de secagem demoraada, terá uma aderência muito boa e será bem difícil de remover, mesmo com acetona. Resumindo: quanto mais longa a secagem, mais forte será a junçao feita. Lembrando que com o de secagem rápida a remoção pode ser feita fácilmente com acetona e percistência.

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  • Pasta Termica. O autor (vide referencias abaixo) utilizou a CoolingFlow, merecendo ate uma copia de sua receita na pagina do fabricante. Essa é uma pasta a base de oxido de aluminio, mas provavelmente voce pode utilizar pasta a base de oxido de zinco (Implastec).

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  • Palito (de dente ou algo do gênero). Você utilizará para fazer a mistura.


Método:

A receita original consiste em misturar partes (peso) iguais de adesivo (os 2 componentes) e de pasta termica. Como a pasta é mais pesada do que o Araldite, deve ser utilizada uma proporção de 2 partes em volume de pasta para 5 partes de araldite.

A nossa receita modificada consiste em utilizar quantidades iguais de Pasta Termica e Araldite. =D

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Então o que você tem a fazer é utilizar um pequeno recipiente e adicionar uma pequena quantidade de araldite e uma quantidade igual de pasta térmica, podendo ela ser composta de prata, oxido de alumínio, cerâmica, cobre, oxido de zinco ou qualquer outra que possa existir.

Misturando os dois componentes, aplique uma pequena quantidade sobre o chip ou controlador de voltagem a ser refrigerado e coloque o dissipador em cima, do mesmo modo que se faz com pasta térmica normalmente, porém tomando muito cuidado para não "vazar" adesivo térmico caseiro para fora do chip, ou controlador de voltagem.

É muito simples e realmente funciona. Para fazer o teste, foi montado o esquema abaixo, com uma barra de cobre central e duas barras menores coladas a esta, uma com esta receita e outra com o ArticSilver Adhesive.

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A estas barras menores foram adaptados termometros. Com a barra central colocada em contato no fogo (fogão), foram medidas as temperaturas das 2 barras coladas. O da direita mostra a temperatura do ArticSilver Adhesive e a da esquerda desta receita. Os testes mostram que este adesivo caseiro transmite melhor o calor do que a ArticSilver.


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Outra modificação da receita original é utilizar óxido de zinco em pó. As pastas termicas existentes no mercado em geral utilizam em sua composição silicone ou similar, que pelo que dizem, atrapalha a atuação de adesivos. Como uma das bases de pasta termica é o oxido de zinco, poderiamos utilizar o oxido de zinco puro, sem o silicone, mantendo a mesma proporção (2:5). O oxido de zinco é barato e facilmente encontrado em casas de artigos odontologicos, na forma de um pó branco bem fino.

Atenção:
Eu recomendo que vocês façam um teste em outro lugar que tenha os mesmo materiais (o silicio do chip e o aluminio do dissipador). O autor recomenda o uso de acetona na remoção, mas mesmo assim será bem difícil de soltar uma peça da outra, vai exigir muita paciência e habilidade. Eu, pessoalmente nunca fiz o teste, mas alguns brasileiros já testaram e não se arrependem, todas as receitas funcionam, porém não sei ao certo qual é mais recomendada, nem qual tem melhor desempenho.

Fonte: overclockers.com , traduzido pelo clube do hardware.